à flor da pele

das músicas antigas, brotam-se sorrisos. choro… por nostalgia, por alegria, por medo.

dentro da mágica de ser cada um, um; nossas diferenças nos aproximam

sinto falta de um contato real com tudo, gero-o então. percebo que sempre o fiz, e muitas vezes tentei me adequar, ser mais blasé. não sou. sou filha de dona sônia, quero tudo dentro do peito.

uma necessidade de atenção pela qual me reprimi, na verdade é o meu eu, meu jeito, me procuro dentro de mim.

todos querem se adequar, tenho a impressão que só bigo é bem resolvido. ou a carcaça dele é mais profunda. depois de seis anos ainda a procuro. tão próximos.

a divina comédia humana.

aproxima-se meu aniversário, onde eu pensava estar quando esse dia chegasse? minha vida se apagou, perdi a memória. esqueci como achei que seria. a que ponto chega a loucura de cada um?

sigo cansada, atenta e à flor da pele.

hoje estou um pouco triste, já choro. não sei se triste, mas já choro. ligo um tango: o combo do drama.

atenta ou no automático?

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