posso

Na vida me entreguei à sorte

Vivi de impulso e choque

Aprendi com a curva

Procurei, sem reserva

No constante medo da morte

 

De mim, fugi

A forma, reinventei

Pra encontrar, romper

Percebendo como é frouxo o nó,

Emergi

 

Com ar e suor ansiava

Acostumei com a despedida

Mesmo no centro, perdida

De olhos abertos lhe direi:

No centro do obtuso, extasiava.

 

Do futuro quero paz

O cliché do imaginário otimista

Caos de amor, caos de artista

Deixo ao julgador a medida:

Grau de vivência da vida vivida.

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