Das cores que vejo

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No sorriso tímido, no aperto de mão. Na calma que minha voz traz, na meditação interrompida pelo choro. Nas projeções, nas frustrações: no crescimento. Nos descobrir.

A quantidade de impressões me deixa inspirada, mas no meio do turbilhão fica difícil racionalizar e transformar em palavras.

Amo o amor que sinto. Permito-me viajar dentro da realidade repetitiva, seja no mar de Victor Hugo ou na pré história da Ayla, ou no olhar que vem da proximidade com o alimento que eu tenho pra lhe dar.

Estou cheia de dúvidas. E de certezas.

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