tempo, tempo, tempo…

Uma vez escrevi sobre isso, ou quase sobre, quando disse que o excesso de estímulo atrapalha o sonho. (nãosei/tocompreguiçade colar o link).

A maternidade me fez ver o tempo de outra forma: as 24h não são coerentes. A mudança na minha relação com o tempo é, acima de tudo, uma questão de deixar de viver a sua coerência.

Desse fuzuê, vem a diminuição de estímulos, ou a troca de alguns por outros. Vou da superficialidade à atenção –  imprescindível passo na tentativa de encontrar a mim mesma, de estar presente.

 La congruencia podríamos definirla como una pulcra sincronía entre lo que sabes, es decir aquello de lo que eres conciente, lo que predicas, y lo que haces. Esta sintonización de pensamientos, palabras y actos, ha sido enaltecida como fundamento en múltiples tradiciones místicas, modelos filosóficos, y postulados éticos. Incluso hay quienes afirman que esta virtud es la clave para la felicidad –Gandhi afirmaba que esta última “ocurre cuando lo que piensas, lo que dices, y lo que haces, se encuentran en completa armonía”. Sin embargo, créanme, se trata sin duda  del paso más complicado. ¿Cuántas veces hacemos algo que sabemos que no será benéfico para nosotros o nuestro entorno?

 Da minha parte, continuo permissiva com os meus defeitos – essa é a forma como vejo as incongruências-, permissiva no sentido de compassiva; mas compreendo cada vez mais o pensamento aristotélico de viver conforme a virtude, colocando-o como meta.

Esse processo talvez seja o porquê de estarmos aqui.

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